terça-feira, 22 de agosto de 2017

ENTRE A CRUZ E A ESPADA

Ao se confirmarem algumas pesquisas de intenção de voto e o que se ouve nas conversas entre pessoas em lugares públicos, ano que vem haverá segundo turno para escolha de presidente. Poderemos assistir uma grande e acirrada disputa entre um candidato prometendo fazer o brasileiro voltar a sonhar, principalmente, com uma economia estável, empregos,  poder de compra e a elevação da autoestima contra alguém que pretende mostrar quem manda, acabando com tanta insegurança e fazendo voltar os bons costumes, mesmo que de maneira radical. De um lado, Lula, representando a velha política, onde vale mentir, roubar e fazer tudo para conquistar o voto daqueles desassistidos que um dia acreditaram que tinham algo de bom nas mãos, estando até dispostos a perdoar os 13 anos do projeto criminoso de poder. Do outro, Bolsonaro, cujo radicalismo e as promessas de um país voltado para a moralidade e o cumprimento da ordem institucional, a qualquer preço, também deverá atrair milhões de eleitores para marchar com ele. Como se vê, 2018 poderá nos levar a ficar entre a cruz e a espada, isto é, a escolher se perdoamos a quem tanto errou ou nos submetemos à volta da força para impor limites, colocando, por exemplo, criminosos onde têm de estar e libertando as pessoas de bem. 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

Nada é tão ruim que não possa piorar. O sistema eleitoral brasileiro, por exemplo, já injusto, tende a ficar pior com algumas das reformas propostas pelo Congresso.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

POLITEIA ÀS AVESSAS

Ninguém mais duvida: o Brasil tem um dos Congressos mais inchados, corporativos, cheios de privilégios, incompatíveis com nossa realidade e corruptos do mundo. E algo tem de ser feito, urgentemente, para acabar com tal imoralidade (reformas politiqueiras e falsas mudanças nos códigos não valem), sob o risco de as futuras gerações acharem que aquilo, feito por aquela classe de desqualificados, é o modelo certo de se lidar com a coisa pública. São 513 deputados e 81 senadores (sem falar nos demais ditos representantes que costumam seguir o mesmo descaminho), todos, devidamente, cercados de um grande aparato, a produzir pouquíssimo, ou quase nada, para a população e muito, muitíssimo, geralmente, só, para si próprios. Sem falar dos vários processos na Justiça motivados por variados motivos. Vão da compra de votos (algo quase normal, dizem eles, na luta pela "conquista do eleitor") e enriquecimento ilícito, passando por agressões, estelionatos, até denúncias de assassinatos, corrupção ativa, passiva que só podem ser julgadas pelo Supremo porque deputados federais e senadores, bem como, ministros de Estado, presidente e vice-presidente, possuem "foro especial por prerrogativa de função", o chamado foro privilegiado, também conhecido como aberração, injustiça, anormalidade, etc. O quadro é uma vitrine do esfacelamento da classe política brasileira, mais evidente e transparente, agora, com as revelações da Operação Lava Jato, investigação sobre o amplo esquema de corrupção que perdurou no país por décadas, desde a redemocratização, envolvendo entes privados e o poder público e a vigília feita pelos veículos de comunicação, com a devida divulgação nas redes sociais, ambas contribuindo para que se exija uma mudança radical na forma de conduzirem os destinos da população. E um dos caminhos, até que aconteça uma verdadeira reforma - no sentido de renovação, mudança, até regeneração-, é o eleitor continuar se manifestando através do aumento crescente de abstenções, votos nulos e brancos, não aconselhável se vivêssemos numa democracia ampla e gozando de plenos direitos, ou escolhendo melhor quem possa representá-los de verdade. Sem mentir, roubar, corromper, ser corrompido, se cumpliciar com quem destrói a educação, segurança, saúde, previdência e o sonho de ter um país mais justo.




domingo, 13 de agosto de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

É só fechar as torneiras da corrupção que o dinheiro dá!

sábado, 12 de agosto de 2017

REFORMA POLITIQUEIRA

O Brasil tem um dos Congressos mais inchados e corruptos do mundo. São 513 deputados e 81 senadores a produzir muito pouco para a população e muito para si próprios. Sem falar que a maioria tem, pelo menos, um processo na Justiça motivado pelos mais variados motivos. Indo da compra de votos, passando por agressões à mulher, estelionato, até denúncias de assassinatos, de compra de votos, corrupção ativa, passiva e por aí vai. Sendo assim, corporativistas e capazes de qualquer negócio para se manter com algum mandato, fica a pergunta curta e grossa: essa gente vai aprovar algum tipo de reforma política que beneficie e moralize o País e possa prejudicar sua escalada aos incontáveis privilégios?

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PANORAMA

PAGANDO O PATO
Depois de todas as bobagens feitas e dos crimes praticados pelos últimos governos, incluindo grandes assaltos aos cofres, gastança desenfreada e estelionatos eleitorais, o Brasil acumulou um rombo histórico. Quase impagável. Histórico porque, desde a colonização até a chegada da republiqueta, nunca se roubou tanto. E quase impagável porque, se não fosse o brasileiro tão passivo, pacífico e inocente, a dívida jamais seria paga com sangue, suor e através de alternativas que incluem novos impostos, confirmando que nós sempre pagamos o pato. E as contas, 'para não ficar com o nome sujo na praça'. Afinal, o brasileiro é tão 'bonzinho'.

HAJA IMPOSTO
Embora alguns neguem, temos uma das mais altas cargas tributárias do planeta. E desproporcionais, já que a relação custo-benefício, ou seja, o dever cívico de pagar impostos gerando serviços de igual qualidade, fica muito aquém do que a população precisa e muito além das expectativas dos corruptos brasileiros. Que me perdoem os afegãos, mas no Brasil quase se paga impostos suecos por serviços oferecidos naquele sofrido país. Pesquisa recente mostra que dentre os 30 países com a maior carga tributária, o Brasil é o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em prol da sociedade. Ainda assim, o governo federal estuda aumentar os impostos para reduzir o rombo das contas públicas. Se tudo der certo para Temer e seus comparsas, isto é, a maioria do Congresso continuar lhes dizendo amém e entregando cheques em branco, novos itens virão para aumentar a carga tributária brasileira. 

SINDIGATOS
Falo MAL dos sindicatos com certa frequência. Mas apenas dos MAUS, que são muitos, é bem verdade. Sempre que tenho oportunidade, procuro descrever, principalmente, a pouca contrapartida dada ao sindicalizado e a quase nenhuma visibilidade quando se trata de prestar contas sobre o dinheiro gasto, sendo esta a maior falha pois ninguém (com exceção de diretores e seus mais chegados) fiscaliza o montante que chega a ser milionário muitas vezes, já que existem categorias com milhares de trabalhadores, todos a contribuir com desconto de um dia de trabalho. Daí já sabe, né...muita grana faz aflorar a tentação do bicho homem cujo resultado são as festas, viagens, compras', status, chamego com a classe política e o famoso etc=roubalheira. 

SINDIGATOS 2
A propósito da gatunagem existente nos sindicatos (apenas naqueles onde a carapuça possa vestir) como vão ficar as mordomias e os demais desvios quando entrar em prática o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical aprovada na reforma trabalhista? Com a palavra, os interessados em disputar eleições, muitas já em curso por aí, que devem ter em mente estrategias e criatividade para 'exercer a filantrópica e heroica missão de lutar por sua categoria, sem nada receber' (apenas aqueles bem-intencionados e bem-aventurados onde a carapuça não entre) e com parcos recursos.

ELEIÇÕES 2018
Ano que vem, a se confirmar o calendário do TSE, teremos eleições para escolha de um novo presidente da República (o velho Temer deverá estar fora de qualquer maneira), acompanhado do respectivo vice - cargo tão pleiteado quanto - governador, dois senadores e deputados estadual e federal. Há menos de um ano para o início das campanhas e toda armação do picadeiro, muitos pré-candidatos começam a se alvoraçar, se alvoroçar, pendurar uma melancia no pescoço para aparecer e, quem sabe, tornar-se O NOME do partido.
Entre os mais 'saidinhos', já que no momento tudo são apenas especulações e nada é oficial, mesmo porque a Justiça impede a extemporaneidade (fora do prazo), vêm surgindo no túnel (não necessariamente iluminado) os nomes de Lula, Bolsonaro, Ciro, Dória/Alckmin/Aécio, Álvaro e Maia. Mais um deles vem chamando muita atenção: o do ministro da Fazenda, Meirelles, que, pelo espaço na mídia, parece ser mesmo um dos preferidos da cúpula do PMDB para entrar na 'festa' em 2018. Como cabeça de chapa ou vice, já que esta é uma das maiores especialidades do partido.

JÁ GANHOU
E por falar nas eleições quase gerais (prefeitos e vereadores só em 2020), um grupo pode se consagrar ano que vem podendo até vencê-las já no primeiro turno. Trata-se da soma de abstenções, brancos e nulos que vem batendo recordes sucessivos provocados, principalmente, pela ineficiência da classe política e, claro, pela ladroagem quase institucionalizada, principais motivos para que a população demonstre seu repúdio pelo processo carcomido e que de democrático tem muito pouco. Como aconteceu no último domingo, no estado do Amazonas, obrigado a realizar novo pleito após o afastamento do governador e o vice - só para variar, por compra de votos - onde mais de 40 % dos eleitores se recusaram a votar naquilo que lhes foi apresentado como opção para melhorar a vida de todos os cidadãos. Mesmo assim, também só pra variar, foram pro segundo turno dois políticos de peso e de muitos recursos financeiros. E ainda tem gente que acredita numa verdadeira reforma política.

URNAS EM XEQUE 
Utilizada pela primeira vez em 1996, a urna eletrônica só foi submetida a testes públicos 13 anos depois, em 2009. Na ocasião, vários peritos em informática conseguiram violá-la utilizando modestos equipamentos, entre eles um
radinho AM/FM capaz de quebrar o sigilo dos votos ao detectar o som que as teclas da urna emitiam. O tempo foi passando, eleição após eleição, com o TSE procurando aprimorar o sistema para impedir qualquer tipo de fraude. Vinte e um anos depois, a pergunta que todos se fazem é: as urnas eletrônicas são invioláveis? Claro que não, diriam, por exemplo, experts que na semana passada estiveram reunidos em Las Vegas, nos EUA, durante a maior conferência 'hacker' do planeta, a Defcon, onde foram apresentadas várias novidades e também pode ser testada a segurança nas urnas eletrônicas utilizadas em processos eleitorais. A conclusão é que os ciberataques internacionais estão se tornando cada vez mais comuns e, neste cenário, qualquer sistema digital pode ser vítima de manipulação e as urnas não são exceção. 

NADANDO EM DINHEIRO
Muitos municípios fluminenses, que recebem royalties advindos da exploração de petróleo vindos das águas profundas, estão chorando de barriga cheia. Para afastar indesejáveis reivindicações e, até cidadãos que, possivelmente, não pertencem ao seu grupo político, os administradores usam a eterna cantilena da crise, que não têm dinheiro, que a arrecadação caiu, blá blá blá. Mas a verdade é que os repasse daquela compensação vem aumentando consideravelmente nos últimos meses. É o caso de Niterói e Maricá cuja receita de royalties e participações especiais disparou. Para se ter ideia da grana 'federal', em maio, Maricá recebeu 49%, Niterói 43% e a cidade do Rio, 8% dos royalties vindos do Campo de Lula, na Bacia de Santos, o que representa muitos milhões de reais entrando nos cofres municipais para fazer a festa da classe politiqueira, digo, do povo que quer ver tais recursos sendo utilizados em prol da qualidade de vida de todos Já que Niterói e Maricá vêm se refestelando com a dinheirama vinda do 'ouro negro' (os dois estão no topo dos que mais recebem recursos do petróleo e ultrapassaram Campos e Macaé), que tal aproveitá-la para melhorar, por exemplo, serviços de segurança, limpeza, pavimentação de ruas e estradas, abastecimento de água, recuperação e proteção ao meio ambiente e saneamento básico, uma vez que estes serviços não vêm sendo executados a contento? Pelo visto, falta de verbas não é para se ver ruas tão esburacadas, tanta gente convivendo com esgoto a céu aberto, tantos assaltos e problemas que poderiam ser resolvidos, com certa facilidade, durante os quatro anos em que os gestores têm a caneta na mão. E o dinheiro na conta. 

SE SAFA(N)DO
Não é que o presidente Temer se safou da primeira denúncia de corrupção com alguma facilidade. Mas isto já era esperado, uma vez que todos conhecemos as qualidades, os méritos e a independência dos representantes do Congresso Nacional (pelo menos a maioria como se vê), colocados a prova, o tempo todo, toda vez que o País precisa deles. E, como sempre acontece, as consequências virão com muito mais força, o que representa mais rombo nas contas públicas e o consequente aumento de impostos. Basta ver os balões de ensaio lançados pelo governo nos últimos dias, entre eles a possibilidade de aumentar a alíquota de imposto de renda - imediatamente negada - que não deixa dúvidas de que há, sim, um pacote de maldades a caminho.

VELHOS DISCURSOS

Apesar de a Justiça considerar extemporânea a propaganda e as campanhas eleitorais fora do prazo legal, os chamados pré-candidatos já estão 'com os pés na estrada' (nos jatinhos, nos palácios, no Congresso, nas prefeituras, nas câmaras ou qualquer outros espaços que sugiram apoios e negociatas também). E com todas as vênias e melancias penduradas no pescoço, ocupando, sempre que podem, a mídia, as redes sociais, todos os demais espaços disponibilizados com ou sem o consentimento da lei. É o caso de Lula da Silva Jair Bolsonaro, Marina Silva, Ciro Gomes, Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin, João Dória( en dónde estás, Aécio Neves?), Rodrigo Maia e outros mais discretos à procura de um lugar no cada vez mais seleto mundo partidário (que ninguém se esqueça das reformas políticas que incluem a lista fechada) e à caça de futuros cabos eleitorais que os ajudem a chegar lá, num segundo turno ou a qualquer outro lugar que renda bons frutos. Muitos consideram as pré-candidaturas precipitadas, uma vez que vive-se um período de muitas indefinições e estamos há quase um ano do início das campanhas, podendo ser muito cedo para se começar a gastar munição. Só que vivemos num País de eleições de dois em dois anos, cuja política se faz já no dia seguinte ao anúncio dos resultados e há uma forte rejeição pela classe política motivada pela onda de corrupção o que pode estar provocando tantos nomes sendo lançados tão cedo no grande balão de ensaio dos principais partidos políticos para ver o que decola ou não. No caso, se seus candidatos colam e conseguem alcançar lugar de destaque num cenário onde tem sido cada vez maior o número de manifestações de repúdio com destaque para as abstenções e os votos brancos e nulos. Mesmo assim, parecendo pouco se importar com o que prevê a legislação eleitoral ao proibir, por exemplo, vídeos que façam menção expressa a eventuais candidaturas, por causar desequilíbrio na campanha e ferir a igualdade de oportunidade dos candidatos, Lula e Bolsonaro estão entre os mais 'saidinhos' uma vez que tem se tornado comum ver os dois serem postados como pule de dez em 2018 e os "melhores nomes para acabar com a corrupção e com o desperdício, derrubar as taxas de juros, aumentar os empregos, melhorar os serviços públicos, diminuir a carga tributária, elevar o moral do povo", enfim, "realizar o sonho de todos os brasileiros, de norte a sul, que não aguentam tanto sofrimento". Pelo menos nos discursos e nas promessas que ambos sabem serem impossíveis de alcançar pois o Brasil, a depender da política e da corrupção praticadas pela maioria, está bem longe de se assemelhar a um admirável mundo novo.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

Escolas não são igrejas nem templos. Mas nunca deveriam deixar de ser considerados lugares sagrados.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

DE CARNE E OSSO

Vivemos num mundo 'moderninho pra caramba', principalmente, em termos de comunicação. Mas não há como negar a importância das novas tecnologias. Em uma sociedade globalizada, em que tudo exige rapidez e deve ser feito em uma velocidade em que o agora se torna passado - e ultrapassado - em segundos, a internet tem o papel de suprir a distância, otimizar o tempo e diminuir as barreiras socioeconômicas, possibilitando uma maior democratização ao acesso à informação. E tudo isto é muito bom, haja vista os vários benefícios trazidos quando emissores e receptores se compreendem, por exemplo, através das mensagens trocadas via redes sociais (e-mails, face, whatsapp,orkut, twitter, msn), nos smartphones e nos velhos telefones, estes quase em desuso nos dias de hoje. Tudo numa velocidade imaginável em cabeças como a de Júlio Verne com seus mundos inimagináveis. Só que, em muitos aspectos, o modelo tradicional vem se perdendo e fazendo a cada dia mais e mais vítimas no que se refere à boa relação entre os indivíduos. Aquela do olho no olho, do cara a cara (se bem que os skypes vêm tentando aproximá-los à sua maneira), aquela que diz respeito aos amigos, à velha relação entre pais e filhos, à família e até à educação, tanto aquela do trato entre os seres, quanto a praticada dentro das escolas. E é neste ambiente, que deveria ser de  aprendizado, bem como do contato direto, vêm surgindo as maiores vítimas pois de um lado temos a escola a cobrar integração e responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa - se é que ainda existem -, do outro, (ir) responsáveis exigindo aprovação, independente da performance e do número de faltas durante o ano letivo e usuários (alunos) de um sistema que os torna dependentes e cada vez mais frios em se tratando de relações interpessoais. O resultado tem sido notas baixas, insubordinações, agressões e indiferença dos alunos, professores insatisfeitos e a confirmação de que vive-se quase um 'autismo eletrônico' tamanha a relação, a dependência entre o homem e a máquina e as dificuldades em entender as regras de convívio social, a comunicação não verbal, a intencionalidade do outro e o que os outros esperam dela. Assim, aquilo que poderia ser de grande valia (guardando-se as devidas proporções, nenhuma invenção poderia ser melhor que a internet), vem criando um mundo paralelo onde as chamadas redes sociais nem de longe pode-se chamar de existência. Quando aparatos tecnológicos tornam-se intermediários da vida real, trazendo inúmeras dificuldades funcionais, o impacto na eficiência da comunicação é muito grande fazendo com que o desenvolvimento do cérebro mantenha-se cada vez mais insuficiente para exercer as funções necessárias para a interação social. Aí, aquilo que poderia agregar, tem provocado um afastamento maior e mandado a vida para um outro lugar. Aí, tudo fica sem 'pegada'.